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"Como são lindos seus anéis tão bem unidos e brilhantes"

Quando escreví sobre isso ha um tempo falava sobre a cebola, seus anéis e viajava em pensamentos sobre como os elos eram desfeitos ao ser fatiada. Hoje, depois de algum tempo ainda continuo a pensar nesses anéis e em tantas formas de trazer esse fato a minha realidade.

Então pensei "vão-se os anéis e ficam os dedos..." algo nessa linha expressa também o que acontece hoje. Numa realidade ainda distante dos sonhos de outrora mas com a esperança de que é possível acreditar nela.

E com a certeza de que se você crê tudo, absolutamente tudo, pode acontecer!

Dia de glorificar

 



:: Escrito por Thaisinha às 18h33
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Quando encontro as respostas pelos quais tanto procurava as minhas perguntas já são outras...

 

 

 



:: Escrito por Thaisinha às 10h14
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  Um dos meus graves defeitos é ser imediatista. Quando passo por uma situação que foge do meu domínio, não dependendo somente da minha vontade em solucioná-lo, fico quase maluca. Procuro fazer desaparecer o efeito e acabo não dando muita atenção a causa.

  É mais ou menos como ver a torneira do tanque aberta, a água transbordando da pia e parar para enxugar o chão sem ligar para a torneira pingando.

  Se tenho um comportamento indesejável, uma situação ou sentimento que incomoda sinto como se eu estivesse enxugando o chão molhado. Coloco os olhos nos danos causados e não no que desencadeou e como solucioná-los adequadamente. Essa decisão é quase que imediata e só paro para ver que poderia fazer diferente ao fim do dia depois de muito cansada. Não vou acreditar que esse é mérito apenas meu e você também pode agir dessa forma. O certo é que parar para ver que pode evitar o vício de uma situação será melhor que remeidar sempre...

  Vou para de enxugar o chão e ver de onde vem essa água. Com certeza vou encontrar a torneira que está aberta e então dependerá apenas de mim fechar a torneira ou continuar enxugando o chão...

  Que venha 2008 sem água pingando aqui e acolá!



:: Escrito por Thaisinha às 20h31
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Meu caminho... só meu Pai pode mudar

"Você não sabe o quanto eu caminhei pra chegar até aqui.

Percorri milhas e milhas antes de dormir.

Eu nem cochilei.

Os mais belos montes escalei e nas noites de frio chorei.

A vida ensina e o tempo traz o tom pra nascer uma canção.

Com a fé do dia a dia encontro a solução.

Meu caminho só meu pai pode mudar.
Meu caminho só meu pai.
Meu caminho só meu pai..."

 

 



:: Escrito por Thaisinha às 22h55
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O que é vender uma idéia...

   Passeando por uma das minhas livrarias preferidas, percebí que livros a respeito de "sucesso" é o assunto que ocupa a seção dos mais vendidos. Eles estão por toda parte e apresentam fórmulas certeiras para alcançar êxito profissional, se tornar um chefe exemplar ou até mesmo como conquistar o seu verdadeiro amor.  Ainda tem aqueles que trazem manual de como estar mais confiante, como fazer amigos e conquistar pessoas ao seu redor...

   Estamos a procura de uma vida bem sucedida sem entender ao certo o que isso significa. Confundimos o que a sociedade julga conviniente e aquilo que de fato nos faz felizes. É por isso que, muitas vezes ao atingirmos um objetivo anteriormente almejado não nos sentimos realizados. Enquanto procuramos o sucesso com carreira bem sucedida, corpo perfeito e muito dinheiro no banco, a vida passa despercebida, pois o nosso foco está lá na frente num futuro idealizado que ainda nem existe.

   Vamos ficar bem conscientes de que a campanha a favor da performance excepcional está a serviço não da realização pessoal, mas sim da sociedade capitalista, que tem a disputa e a competição como seu combustível principal. Vivamos bem para nos fazer um bem!



:: Escrito por Thaisinha às 09h33
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No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas
que o vento não conseguiu levar:
um estribilho antigo
um carinho no momento preciso
o folhear de um livro de poemas
o cheiro que tinha um dia o próprio vento...


:: Escrito por Thaisinha às 09h40
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Amar é remediar...

   Há uma antiga história sobre um homem que sobe ao topo de uma montanha para estudar com um sábio, se recolhendo dias, meses, anos. Depois de praticar a meditação ele desce a montanha passando por uma camponesa que lavava roupas. Ao esvaziar a tina d'água ela deixa espirrar nele parte da água. Ele se irrita e volta a subir a montanha pois vê que ainda não atingiu a iluminação. Anos mais tarde sente que já está preparado para voltar e, ao descer novamente  a montanha, o fato se repete e ele retorna mais uma vez ao topo para estar com o mestre.

    Por mais difícil que tenham sido os anos de solidão daquele homem, que queria trilhar o mundo espiritual, era ainda mais difícil enfrentar a realidade do cotidiano. Esse é um desafio comum. Você reúne todos os esforços, medita e por fim pensa chegar a terra prometida da aceitação. Então encontra um carro lhe atrapalhando sair da vaga,  o cachorro que estragou seu jardim ou um monte de roupa suja pra lavar em casa. Se sente frustrado e a sua serenidade desaparece.

   Agora entendemos porque os monges buscam a solidão. É o modo mais fácil de manter a paz perfeita. Mas o fato é que dividimos o mundo com mais seis bilhões de habitantes e conviver com as pessoas, quer elas compartilhem ou não do nosso modo de viver, pode ser a tarefa mais difícil e também a mais importante. Façamos o melhor!

PS: Parabéns para a Larissa, minha suuuuuper prima! - Beijocas! :)



:: Escrito por Thaisinha às 20h11
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Aceitação praticada

   Não é preciso que nada mais aconteça para que você seja completo.

   Não ha nada a temer nem nada a desejar nesse momento. Aceite-o como ele é. Obviamente ha muita coisa errada, injusta e iníqua no mundo. Mas você pode praticar a aceitação total e ainda reagir contra as iniquidades; pode trabalhar para melhorar o sistema injusto.

   Você pode e encontrará obstáculos no caminho, mas vai deparar com eles num momento perfeito de cada vez.

 

Ah! vai um link para ver fotos do niver da Marina lá em Porto Velho!

http://www.contemporaneaeventos.com.br/marina

 



:: Escrito por Thaisinha às 11h25
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  Diante de um mundo tão confuso onde valores se misturam mostrando que cada um faz de sua própria vida o que bem entende é difícil expressar o que esperamos do futuro...

  As pessoas só se tornam verdadeiras estrelas quando tem personalidade digna, quando lutam pelo seu direito de viver.
Quando enfrentam os problemas, sabendo a hora de falar e a hora de escutar, quando sabem admitir que estão erradas.
Ajudar pessoas sem se importar com a ingratidão não é fácil assim como se doar sem pensar em receber algo em troca. 
No noso mundo hipócrita estamos sentenciados a lutar eternamente por justiça mas só conseguiremos se mesmo na escuridão não nos desviarmos dos nossos valores. Brilharmos nossa luz própria...e numa plantação de ódio colher amor.



:: Escrito por Thaisinha às 10h15
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Momentos "se"

    

Estava dirigindo e, em algum ponto do meu caminho, errei uma entrada. Lá estava eu perdida, sem retorno em ruas que se cruzavam e me confundiam em mão e contramão. Fiquei um bom tempo fazendo curvas e falando comigo mesma "se eu não tivesse errado aquela entrada" ... "se eu não tivesse que vir até aqui" ... "se eu tivesse anotado o telefone do lugar..." 

    Muitos e muitos "se" brincavam na montanha russa da minha mente. Louca. Porque não pensar logo naquilo que precisava fazer para chegar onde queria?

    Esse lance de perder tempo imaginando o que teria acontecido se tivesse feito uma pequena mudança ou ter tomado uma decisão diferente na vida não acontece somente comigo e agora eu não estou falando somente de uma entrada equivocada. Estou falando de acontecimentos diversos que nos leva à tortura dos "se".

     Ninguém nos obriga a fazer nada. Podemos escolher fazer qualquer coisa por considerá-la importante. Perdí alguns momentos alí me queixando das minhas responsabilidades como se fossem um fardo inevitável sem pensar que toda escolha implica um ganho e uma perda. Então não é o que aconteceu e sim o modo como eu penso no que aconteceu...

     Não acredito que perco o presente pensando em como poderia ter mudado o passado. Especulações que me leva a lugar algum...

    Tem cura?



:: Escrito por Thaisinha às 22h42
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E o Mário Prata...

"Outro dia fui comprar um abajur. A mocinha me olhou e perguntou:

- Luminária?

Eu olhei em volta, tinha uma porção de abajur. Não, abajur mesmo, eu disse.

- De teto?

Fiquei olhando meio pasmo para a vendedora, para o teto, para a rua. Ou eu estava muito velho ou ela estava muito nova. No meu tempo - e isso faz pouco tempo -, o abajur a gente punha no criado-mudo, na mesinha da sala. E lá em cima era lustre.

- Lustre?

Descobri que agora é tudo luminária. Passou por spot, virou luminária. Pra mim isso é pior que bandeirinha virar auxiliar de arbitragem e passe (no futebol) chamar-se - agora - assistência. Quem são os idiotas que ficam o dia inteiro pensando nessas coisas? Mudar o nome das coisas? Por que eles não mudam o próprio nome? A mocinha-da-luminária, por exemplo, se chamava Mariclaire. Desconfio até que já tivesse mudado de nome. Pra que mudar o nome das coisas? Eu moro numa rua que se chama Rodovia Tertuliano de Brito Xavier. Sabe como se chamava antes? -Caminho do Rei. Pode? Pode. Coisa de vereador com michoca na cabeça e tio para homenagear. Mas lustres e abajur, gente, é demais.

Programação de televisão virou grade. Deve ser para prender o espectador mais desavisado. Entrega em domicílio virou delivery. Agenda de correio, mailing.

São os publicitários, os agentes de 'marquetingui'? Quer coisa mais bonita do que criado-mudo? Existe nome melhor para aquilo? Pois agora as lojas vendem mesa-de-apoio. Considerando-se a estratégica posição ao lado da cama, posso até imaginar para que tipo de apoio serve.

Antigamente virava-se santo. Agora vira-se beato, como se já não bastassem todas as carolas beatas que temos por aí. Mudar o nome de deputado para putado ninguém tem coragem, né? Nem de senador para sonhador. Sonhadores da República, não soa bem? E uma bancada de putados? A turma dos dez por cento agora se chama lobista. E a palavra não vem de lobo. Mas parece.

E por que é que agora as aeromoças não querem mais ser chamadas assim? Agora são comissárias. Não entendo: a palavra comissária vem de comissão, não é? Aeromoça é tão bom e terno como criado-mudo. Pior se as aeromoças virassem moças-de-apoio. Taí uma idéia.

E tem umas palavras que surgem de repente do nada. Quer ver?: luau. Isso é novo. Quando eu era jovem, se alguém falasse essa palavra ou fosse participar de um luau, era olhado meio de lado. Era pior que tomar vinho rosê. Coisa de bicha, isso de luau.

Mas a vantagem de ser um pouco mais velho é saber que o computador que hoje todo mundo tem em casa e que na intimidade é chamado de micro, nasceu com o nome de cérebro-eletrônico. Sabia dessa? E sabia que o primeiro computador, perdão cérebro-eletrônico, pesava 14 toneladas? E que, na inauguração do primeiro, os gênios da época diziam que até o final do século, se poderia fazer computadores de apenas uma tonelada?

E você sabe o que é dentifrício?

Outra palavrinha nova é stress. Pode ter certeza, minha jovem, que, antes de inventarem a palavra, quase ninguém tinha stress. Mais ou menos como a TPM. Se a palavra está aí a gente tem de sofrer com ela, não é mesmo? No meu tempo o máximo que a gente ficava era de saco cheio. Estressado, só a turma do luau.

E agora me diga: por que é que em algumas casas existe jardim de inverno e não jardim de verão?

E, se você quiser mudar o nome desta crônica para lingüiça, pode. Desde que coloque o devido trema. Também conhecido como dois pinguinhos."

  

  



:: Escrito por Thaisinha às 00h05
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o SEU julgamento é o que importa

     Os queijos suíços são muito gostosos mas muitas vezes me concentro nos buracos do queijo. Uma tendência que não é mérito meu.

   Há inúmeras coisas que posso pensar mas a tendência é de me deter naquilo que mais me incomoda e por várias vezes tive a minha própria saúde abalada por situações e circunstâncias que poderia tê-la poupado. Difícil. Muito difícil.

   A perspectiva que temos da nossa própria vida depende apenas de nós mesmos e é pensando dessa forma que eu rebolo tentando sempre mudar o ângulo para uma melhor visão dos acontecimentos. Esse exercício me foi dado por um terapeuta e amigo; ele garante que no começo é meio difícil mas que depois acontecerá naturalmente. Não foi ontem que falamos sobre isso e já melhorei, garanto, mas escorrego aqui e me pego presa a problemas insolúveis ou pensamentos do tipo "e se..."

   Aceito tentar uma mudança se for para melhor e é um bom passo. Sou uma mistura extremamente complexa de capacidades e limitações, complicada e longe de ser perfeitinha. Diferente mas muito muito semelhante a você.

   Se meio copo de água é mostrado a você como o descreve: "é um copo meio vazio" ou "é um copo meio cheio"?

   Tudo depende da perspectiva de quem observa.

  



:: Escrito por Thaisinha às 23h53
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Metamorfose ambulante ou a velha opinião formada sobre tudo?

 

         Toda vez que o fim do ano se aproxima faço um “estudo” das mudanças na qual eu quero que aconteçam na minha vida. Mudamos por necessidade, quando algo não está dando certo, ou por desejo, quando se quer obter resultados ainda melhores.

         Somos estimulados a ser metamorfoses ambulantes pelo menos para acompanhar as mudanças do mundo que são cada vez maiores. Mas o sentimento de conforto e segurança muitas vezes nos confunde: “sei que preciso mudar mas prefiro deixar como está...”. O racional entende que a mudança precisa acontecer e o emocional precisa ser convencido; mesmo assim reluta. É duro sair de uma zona de conforto, que é confortável principalmente porque é conhecida.

         Quando nos mudamos de casa, se já fez isso vai se recordar, estava certo que fazia o melhor pois iria para um espaço melhor ou maior e mais confortável... no dia da mudança, ao ver o caminhão chegar, o Macunaíma que habita em você se manifestou: “ai, que preguiça”.

         Devemos conviver com nossos dois “eu” interior – o que quer permanecer e o que quer mudar. É claro que não se cobra de ninguém ser um “maluco beleza” mas as mudanças fazem parte da vida e são boas quando trazem acréscimos: ir para outro emprego, se mudar de cidade, promover mudanças no visual ou criar novos hábitos de vida significam ganhos e não perdas.

         Que venha 2007!

         Saia da comodidade, enfrente o desconhecido, avalie comportamentos e tenha coragem para mudar o rumo da sua vida.

         Minha lista está quase pronta... um dia desses eu divulgo!

           



:: Escrito por Thaisinha às 11h09
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"Não se detenha em problemas insolúveis"

   Um dos bons conselhos que recebí.

   Parar para pensar na totalidade das conquistas da vida é melhor que pensar em episódios específicos. 

   Quando você pede a conta no restaurante pode olhar o valor total ou se deter em cada um dos ítens listados. Bebeu água? terá certamente que pagar por ela mesmo pensando que o preço é abusivo. Assim é na vida... 

   Algumas pessoas gostam do quadro geral e outras dos detalhes. Eu tento adotar a perspectiva que me me traz mais satisfação: Se estou num momento de satisfação apesar de um problema momentâneo, penso no quadro geral. Se estou desanimada, insegura, insatisfeita ou decepcionada apesar de saber que minha vida é marcada por momentos de grande felicidade, me concentro nesses detalhes.

   Passar esse tempo pensando em como posso melhorar dalí para frente é melhor que descartar o presente pensando em como poderia ter mudado o passado. O passado serve para ensinar e o presente para planejar o futuro. Não é muito bom viver de "SE"...

   ...E lembre-se: "Não se detenha em problemas insolúveis"



:: Escrito por Thaisinha às 23h04
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Original? ...

    

     Difícil vencer a tentação de desfilar com aquela bolsa que custaria mais que meu salário inteirinho, comprar um DVD 15% do valor da loja, ou adquirir dois tênis de marca pelo preço de um. Muitas são as razões para me levar aos encantos dos produtos piratas.

     Se pararmos para analisar essa situação poderemos citar alguns motivos, que vão além da qualidade inferior dos produtos, para pensar duas ou até três vezes antes de cair nas graças desse mercado de preços tentadores. A participação no esquema de corrupção é um dos motivos; pois quando compramos algo falsificado estamos ajudando a aumentar o faturamento de máfias coreanas e chinesas, por exemplo, que movimentam uma quantia enorme de dinheiro anualmente embutidas nas barraquinhas. 

     Enquanto a gente desfila com aquela bolsa fake da moda não paramos para imaginar que na confecção dela não ha nada de chique: funcionários que trabalham em condições precárias, crianças sendo exploradas trabalhando dia e noite e pessoas subornadas para permitir a entrada dos produtos no país.

     Lí uma matéria, recentemente, onde dizia que a Confederação Nacional da Indústria estima que este comércio impeça a geração de 1,5 milhões de empregos. A falsificação gera uma competição derrubando as vendas; então as empresas que pagam impostos são obrigadas a demitir. Se continuarmos a comprar esses produtinhos piratas dos nossos sonhos, alegando que o preço "é da China", logo vamos ter que procurar emprego por lá.

Hiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

    



:: Escrito por Thaisinha às 01h24
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